Dia do Fetiche: conheça detalhes da vida de quem pratica


Dia do Fetiche: conheça detalhes da vida de quem pratica
Casal Dom e Surya relata como desejo, diálogo e limites fazem parte da rotina
Antes de se tornarem criadores de conteúdo adulto, Dom e Surya eram, acima de tudo, um casal curioso. Mesmo antes do relacionamento, ambos já se sentiam atraídos por conteúdos mais intensos, que fugiam do sexo convencional e exploravam dinâmicas de poder, entrega e desejo. Ainda assim, nenhuma prática fetichista havia sido vivida na pele até então.
“Já gostávamos desse tipo de conteúdo, mas nunca tínhamos participado de uma sessão fetichista”, contam. Foi apenas depois de se conhecerem que o fetiche deixou de ser apenas interesse para se tornar experiência, construída aos poucos, com conversa, pesquisa e descoberta conjunta.
Juntos há cinco anos, eles se reconheceram como fetichistas dentro da própria relação. O processo não foi imediato, nem roteirizado. Veio da troca, do aprofundamento do vínculo e da liberdade para experimentar sem julgamentos. “Foi juntos que nos entendemos como fetichistas. Fomos estudando, conhecendo melhor esse universo e percebendo que curtíamos bastante.”
Do interesse à vivência real
A identificação com o fetiche surgiu de forma orgânica. À medida que o relacionamento avançava, Dom e Surya passaram a explorar fantasias, entender limites e nomear desejos que antes existiam apenas de forma difusa. A dinâmica de Dominação e Submissão, por exemplo, foi sendo reconhecida como algo que já fazia sentido para ambos, mesmo antes de receber esse nome.
Esse processo de descoberta também trouxe maturidade emocional. Para o casal, o fetiche nunca esteve dissociado de diálogo, cuidado e responsabilidade. Pelo contrário: exigiu ainda mais conversa e confiança do que relações sexuais tradicionais.
Quando o desejo encontra o conteúdo
Com o tempo, surgiu a vontade de transformar essa vivência em uma oportunide de gerar renda. A ideia de vender conteúdo adulto veio acompanhada de uma percepção clara: havia pouco espaço para produções fetichistas realmente autênticas, que mostrassem o desejo como ele é vivido, sem encenação excessiva ou fórmulas prontas. “Queríamos mostrar o fetiche de forma real, do jeito que a gente vive”, explicam.
Foi nesse contexto que encontraram no Hotvips um ambiente onde essa proposta fazia sentido. A plataforma reúne milhares de criadores de conteúdo que exploram diferentes fetiches e dinâmicas de forma consensual, incluindo práticas como cuckold (corno), swing, ménage, suruba, entre outras expressões da sexualidade adulta.
Comunicação, limites e confiança
A produção de conteúdo não substituiu a relação, ela a complementou. Dom e Surya destacam que o diálogo se intensificou depois que o trabalho passou a fazer parte da rotina. Falar sobre o que desejam, o que não querem e até o que muda com o tempo se tornou essencial. Pedidos que ultrapassam limites são filtrados com facilidade: se não agrada aos dois, não é feito. “O respeito vem antes de qualquer coisa.”
Para eles, o fetiche exige confiança em um nível profundo, pois lida com vulnerabilidades físicas e emocionais. Por isso, reforçam que consentimento, palavra de segurança e comunicação constante são inegociáveis.
Quebrando estigmas
O casal também enfrenta preconceitos comuns relacionados a quem produz conteúdo adulto. Um dos principais, segundo eles, é a ideia de que não existe amor, organização ou limites. “Produzir conteúdo adulto exige planejamento, maturidade e profissionalismo. Não é o caos que as pessoas imaginam”, afirmam.
Além disso, preservam momentos em que são apenas um casal, longe das câmeras e de qualquer performance.
Fetiche como conexão
No Dia do Fetiche, Dom e Surya defendem que o maior erro é associar fetiche a abuso ou desequilíbrio emocional. Para eles, o fetiche pode ser saudável, libertador e até transformador quando vivido com consciência. “Prazer não exclui amor, cuidado e empatia. O fetiche é uma forma de conexão real, humana e consensual.”
Sobre o Hotvips
O Hotvips é uma plataforma brasileira de venda de conteúdo adulto voltada para criadores que desejam transformar prazer em renda, com segurança, liberdade e suporte personalizado. A plataforma reúne casais amadores, exibicionistas e pessoas comuns que encontraram na produção de conteúdo uma forma de viver suas fantasias e complementar a renda com autonomia. Com parceria estratégica com o Sexlog, maior rede de sexo e swing da América Latina, o Hotvips aposta em inovação, transparência e no combate ao preconceito com fetiches e sexualidades diversas.



