Polícia

Família pede explicações para a PM sobre homem baleado por militares na cidade de Rio Piracicaba

Rio Piracicaba, cidade da Região do Médio Piracicaba, sexta-feira (06) de fevereiro de 2026.

A família de Adriano Barros Silva se revoltou com atitude da Polícia Militar após uma abordagem.

Era por volta das 00:20 horas do dia (03) de fevereiro, quando Adriano foi até a casa do seu pai na rua Cinco, no bairro São Sebastião.

Consta no boletim de ocorrência que Adriano deu uma paulada no pai e estava danificando o veículo da família.

A Polícia Militar foi acionada para comparecer ao local por terceiros, a família entrou em contato com a Redação, informando que Adriano não estava bem de saúde, estava fazendo tratamento psicologia em Belo Horizonte e durante a abordagem, encontrava-se totalmente alterado fora de si, sem saber o que estava fazendo, seu irmão disse que ele teve um desentendimento com o pai, mas o mesmo não chamou a polícia para o filho, por saber que o filho está passando por momentos difíceis e não acionou a PM, por saber que o filho está passando por problemas psicológicos, familiares disseram que Adriano tem surtado com frequência.

Essas informações foram passadas por seu irmão Anderson, que está na foto junto com ele.

Os vizinhos acionaram a PM, e por estar em condições psicologicamente alteradas, Adriano partiu para cima dos policiais usando um pedaço de madeira, a PM disse que foi usado disparo de teaser e spray de pimenta. Mesmo com as militares usando um bastão (cassetete), um deles abriu mão desse objeto de uso para defender e conter o elemento e houve um disparo de arma de fogo, e arma de fogo como todos sabem é letal, Adriano foi socorrido para o Hospital Margarida em João Monlevade, devido a gravidade do ferimento, o tiro foi no tórax, região letal.

Anderson nos falou sobre o total despreparo dos militares, já que o irmão estava surtado, estava com arma não letal, tipo faca ou revólver e foi alvejado com um disparo que pode tirar a sua vida, pois Adriano se encontra internado em estado grave no Hospital Margarida, ele está custodiado.

Adriano foi socorrido, deixado no Hospital Margarida, nenhum dos familiares foram informados de onde o irmão/filho estava.

O Anderson que é seu irmão, foi procurá-lo no Hospital de Rio Piracicaba, mas não estava lá, foi internado no CTI do Hospital Margarida em estado gravíssimo, sendo assim o irmão Anderson procurou a PM e foi informado do ocorrido. Hoje Adriano encontra-se internado sob custódia no Hospital Margarida em João Monlevade, no BO disse que ele está estável, mas como o tiro foi no tórax o estado dele é considerado grave.

Para a família do agora preso sob custódia, a família não tem direito de visitar o preso, não sabem sua situação, podendo Adriano morrer a qualquer momento.

Anderson e família quer saber, como três policiais, sendo dois homens e uma mulher foram atender a ocorrência, os policiais poderiam tem pegado os cassetetes e investindo para parar a agressão, ao invés disso, a policial atirou no tórax de Adriano, um local mortal, pois poderia ter atirado nas pernas ou nos braços, mas no tórax, e hoje Adriano encontra-se internado no Hospital Margarida, sem direito a visita dos familiares que não estão sabendo como está a real situação do ente querido.

A Polícia Militar é importante para tomar conta de todos os cidadãos do Brasil, mas atirar em uma pessoa psicologicamente alterada e que pode morrer a qualquer momento, sem direito a visita dos familiares, está deixando a família em revolta com a situação.

Essas palavras são do seu irmão Anderson, que entrou em contato com a Redação do Portal do Médio Piracicaba para expor o ocorrido, a sua opinião e o despreparo de alguns militares para certas ocorrências pois seu irmão estava em surto e não continha arma letal, a policial fez o disparo, mas havia dois PMs que poderia ter usado o cassetete.

Agora Adriano Barros da Silva, está internado em estado grave no Hospital Margarida, a família não pode visitar e não sabe o que fazer.

Família pede explicações sobre homem baleado por militares na cidade de Rio Piracicaba

Rio Piracicaba, cidade da Região do Médio Piracicaba, sexta-feira (06) de fevereiro de 2026.

A família de Adriano Barros Silva se revoltou com atitude da Polícia Militar após uma abordagem.

Era por volta das 00:20 horas do dia (03) de fevereiro, quando Adriano foi até a casa do seu pai na rua Cinco, no bairro São Sebastião.

Consta no boletim de ocorrência que Adriano deu uma paulada no pai e estava danificando o veículo da família.

A Polícia Militar foi acionada para comparecer ao local por terceiros, a família entrou em contato com a Redação, informando que Adriano não estava bem de saúde, estava fazendo tratamento psicologia em Belo Horizonte e durante a abordagem, encontrava-se totalmente alterado fora de si, sem saber o que estava fazendo, seu irmão disse que ele teve um desentendimento com o pai, mas o mesmo não chamou a polícia para o filho, por saber que o filho está passando por momentos difíceis e não acionou a PM, familiares disseram que Adriano tem surtado com frequência.

Essas informações foram passadas por seu irmão Anderson, que está na foto junto com ele.

Os vizinhos acionaram a PM, e por estar em condições psicologicamente alteradas, Adriano partiu para cima dos policiais usando um pedaço de madeira, a PM disse que foi usado disparo de teaser e spray de pimenta que não deram certo. Mesmo com as militares usando um bastão (cassetete), um deles abriu mão desse objeto de uso para defender e conter o elemento e houve um disparo de arma de fogo, e arma de fogo como todos sabem é letal, Adriano foi socorrido para o Hospital Margarida em João Monlevade, devido a gravidade do ferimento, o tiro foi no tórax, região letal.

Anderson nos falou sobre o total despreparo dos militares, já que o irmão estava surtado, estava com arma não letal, tipo faca ou revólver e foi alvejado com um disparo que pode tirar a sua vida, pois Adriano se encontra internado em estado grave no Hospital Margarida, ele está custodiado.

Adriano foi socorrido, deixado no Hospital Margarida, nenhum dos familiares foram informados de onde o irmão/filho estava.

O Anderson que é seu irmão, foi procurá-lo no Hospital de Rio Piracicaba, mas não estava lá, foi internado no CTI do Hospital Margarida em estado gravíssimo, sendo assim o irmão Anderson procurou a PM e foi informado do ocorrido. Hoje Adriano encontra-se internado sob custódia no Hospital Margarida em João Monlevade, no BO disse que ele está estável, mas como o tiro foi no tórax o estado dele é considerado grave.

Para a família do agora preso sob custódia, a família não tem direito de visitar o preso, não sabem sua realmente a situação, podendo Adriano morrer a qualquer momento.

Anderson e família quer saber, como três policiais, sendo dois homens e uma mulher foram atender a ocorrência, os policiais poderiam tem pegado os cassetetes e investindo para parar a agressão, ao invés disso, a policial atirou no tórax de Adriano, um local mortal, pois poderia ter atirado nas pernas ou nos braços, mas no tórax, e hoje Adriano encontra-se internado no Hospital Margarida, sem direito a visita dos familiares que não estão sabendo como está a real situação do ente querido.

A Polícia Militar é importante para tomar conta de todos os cidadãos do Brasil, mas atirar em uma pessoa psicologicamente alterada e que pode morrer a qualquer momento, sem direito a visita dos familiares, está deixando a família em revolta com a situação.

Essas palavras são do seu irmão Anderson, que entrou em contato com a Redação do Portal do Médio Piracicaba para expor o ocorrido, a sua opinião e o despreparo de alguns militares para certas ocorrências pois seu irmão estava em surto e não continha arma letal, a policial fez o disparo, mas havia dois PMs que poderia ter usado o cassetete.

Agora Adriano Barros da Silva, está internado em estado grave no Hospital Margarida, a família não pode visitar e não sabe o que fazer.

Segundo informações da Polícia Militar, a ocorrência foi encontrado para a Polícia Judiciária, mas cadê a Polícia Judiciária para explicar o tiro em um homem de família de 42 anos de idade, só lembrando que este homem sofre de doença mental.

Abrimos aqui o direito de resposta para os PMs envolvidos ou para o Pelotão da Polícia Militar de Rio Piracicaba.

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