Polícia

PCMG combate falsificação de cigarros e cumpre mandados em cinco cidades

Por ASCOM-PCMG 11/03/2026  

Divulgação/PCMG

O trabalho investigativo voltado ao enfrentamento de crimes contra a propriedade industrial resultou na deflagração da operação Dolos, realizada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) nesta quarta-feira (11/3). A ação teve como foco o combate à fabricação e comercialização de cigarros de palha artesanais falsificados que vinham sendo colocados em circulação no Norte de Minas.

A operação foi conduzida por equipes da Delegacia Regional de Pirapora e da Delegacia de Polícia Civil em Várzea da Palma, após investigações apontarem que marcas tradicionais produzidas por empresas regularmente estabelecidas no município estariam sendo falsificadas.

De acordo com os levantamentos realizados pela Polícia Civil, os produtos ilegais eram comercializados com embalagens e identificações semelhantes às originais, o que induzia consumidores ao erro e gerava prejuízos financeiros significativos aos fabricantes legítimos da região.

Durante a operação, policiais civis realizaram ações para reunir vestígios e elementos informativos relacionados à atividade criminosa. Na ocasião, foram apreendidas caixas de cigarros de palha, além de insumos e materiais utilizados na fabricação dos produtos falsificados.

Todo o material recolhido foi apreendido e será submetido a exame pericial. A análise técnica deverá auxiliar na comprovação da falsificação, na identificação da origem dos produtos e no aprofundamento das investigações.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Belo Horizonte, Lassance, Martinho Campos, Pará de Minas e Sete Lagoas.

Conforme destacou o delegado regional em Pirapora, Diego Mattos de Vilhena, além dos prejuízos econômicos causados às empresas legalmente estabelecidas, a comercialização de cigarros falsificados também representa risco à saúde pública, uma vez que esses produtos são fabricados sem qualquer controle sanitário ou fiscalização.

“As investigações prosseguem com o objetivo de identificar todos os envolvidos na cadeia de produção e distribuição dos itens falsificados. Os responsáveis poderão responder por crimes contra a propriedade industrial, entre outros delitos previstos na legislação penal”, adiantou o delegado.

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