Do básico ao intermediário: 4 estratégias para acelerar o aprendizado de inglês
Rafael Cunha, diretor nacional da Microlins, aponta estratégias práticas para evoluir no idioma e destravar a comunicação no dia a dia
São Paulo (SP), março de 2026: Assistir a séries sem legenda, planejar viagens internacionais ou disputar vagas em empresas globais são objetivos cada vez mais comuns entre os brasileiros. No entanto, muitas pessoas ainda enfrentam um desafio recorrente que é sair do inglês básico e avançar para um nível intermediário, etapa essencial para ganhar autonomia no idioma.
Segundo a pesquisa da EF English Proficiency Index (EF EPI), um dos maiores estudos internacionais sobre domínio do idioma, o Brasil está na 75ª posição no ranking dos 123 países e territórios por suas habilidades de inglês. Dentre as 20 nações da América Latina, o país está em 16º lugar, demonstrando baixa proficiência na língua inglesa.
De acordo com Rafael Cunha, diretor nacional da Microlins, essa transição pode ser mais rápida quando o aprendizado deixa de ser apenas teórico e passa a incluir prática frequente e contato real com o idioma. Entre os principais obstáculos enfrentados por estudantes estão o excesso de foco em gramática, a falta de rotina de estudos e o pouco uso do inglês em situações do cotidiano.
“Muitas pessoas estudam inglês por anos, mas continuam presas ao básico porque não utilizam o idioma na prática. Para evoluir, é fundamental ativar o conhecimento com conversação, escuta e escrita em situações reais”, explica o executivo.
O nível intermediário corresponde, geralmente, às classificações B1 e B2 do Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (CEFR). Segundo Cunha, é nesse estágio que o estudante já consegue compreender diálogos do cotidiano, participar de conversas simples, escrever e-mails curtos e acompanhar vídeos com maior entendimento. “Na prática, isso significa conseguir se comunicar em situações como viagens, reuniões simples de trabalho ou interações sociais básicas, ampliando as oportunidades profissionais e culturais” revela.
Para quem quer evoluir no inglês, o profissional reuniu hábitos que ajudam a avançar mais rápido no processo de aprendizado.
Praticar diariamente a fala e a escrita
Narrar a própria rotina em inglês, gravar áudios ou escrever pequenos textos ajuda a desenvolver o chamado “output” do idioma, ou seja, a capacidade de se expressar. Exercícios simples de 15 minutos por dia já fazem diferença na evolução.
Criar uma rotina de contato com o idioma
A leitura de textos curtos, escutar podcasts, assistir a vídeos com legenda em inglês e revisar semanalmente conteúdos em inglês são iniciativas que auxiliam a manter a constância, fator essencial para o aprendizado.
Perder o medo de errar
O receio de falar incorretamente é uma das principais barreiras para o progresso. Rafael Cunha reforça que cometer erros faz parte do processo e contribui para o desenvolvimento da fluência.
Buscar orientação e feedback
Cursos estruturados ou professores especializados, até mesmo nativos na língua que deseja aprimorar, ajudam a corrigir erros recorrentes e direcionar o aprendizado, reduzindo o tempo necessário para avançar de nível.
“Mais do que uma ferramenta acadêmica ou profissional, o inglês se tornou uma habilidade cada vez mais presente no cotidiano desde o consumo de conteúdo digital até a conexão com pessoas de diferentes culturas. Com prática, consistência e um plano de estudos alinhado aos objetivos pessoais, é possível sair do nível básico e conquistar o intermediário mais rápido do que muitos imaginam, permitindo abrir portas para novas experiências, oportunidades de carreira e uma relação mais natural com o idioma”, finaliza Rafael Cunha.
Sobre a Microlins
Uma das mais tradicionais e reconhecidas marcas do segmento de educação, a Microlins é líder em cursos de capacitação profissional no Brasil. Sua rede dispõe de mais de 400 escolas em todo o País. São oferecidos cursos de Tecnologia, Gestão, Saúde e Inglês, nas modalidades presenciais, EAD ou semipresencial. Em 2022, a Microlins recebeu do MEC a autorização para atuar também como faculdade, oferecendo cursos de Graduação (Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciências Contábeis, Marketing, Gestão de Recursos Humanos, Sistemas de Informação e Pedagogia), nas modalidades EAD e semipresencial, e Pós-graduação EAD nas áreas: Tecnologia, Gestão e Negócios e Educação.

