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Preço ainda manda na escolha do ônibus, mas conforto já pesa para mais da metade dos brasileiros

Pesquisa da FlixBus mostra que, além do preço, passageiros também levam em conta horários, atendimento e facilidade de compra na hora de escolher como viajar

São Paulo, 26 de agosto de 2026 – O preço ainda é o principal fator na hora de escolher uma empresa de ônibus, mas está longe de ser o único. Segundo pesquisa de marca da FlixBus, 68% dos entrevistados levam em conta o preço da passagem, e 56% consideram o conforto do assento. 

Na sequência aparecem opções de horários (49%), atendimento ao cliente (48%), segurança pessoal (46%), facilidade de compra (44%) e Wi-Fi gratuito (43%). 

Ou seja: na hora de decidir com quem viajar, o passageiro olha para o bolso, mas também para o que vai encontrar ao longo da viagem. E a diferença entre preço e conforto é menor do que se poderia imaginar: 12 pontos percentuais. 

“Preço continua sendo fundamental, mas o brasileiro também está mais atento ao que encontra durante toda a jornada. Conforto, bons horários e facilidade para comprar a passagem fazem diferença na escolha. Isso revela um consumidor mais criterioso e estimula as empresas a evoluírem continuamente a experiência oferecida”, afirma Edson Lopes, CEO da FlixBus Brasil. 

Esse movimento acontece em um cenário de aumento dos preços médios das viagens rodoviárias. Dados do TRIIP 2025, anuário estatístico da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), mostram que o preço médio aumentou em seis das sete faixas de distância avaliadas entre 2024 e 2025. Nos trajetos de até 200 quilômetros, por exemplo, passou de R$ 57,37 para R$ 69,96, alta de aproximadamente 22%. 

A experiência começa antes do embarque 

A viagem começa bem antes de chegar à rodoviária. Para 45% dos entrevistados, as redes sociais estão entre as fontes de informação usadas para pesquisar viagens. Buscadores e plataformas de viagem aparecem logo atrás, ambos com 44%. 

E, depois de pesquisar, vem a hora de comprar. O cartão de crédito é citado por 41% dos entrevistados entre os meios de pagamento, seguido pelo PIX, com 35%. A facilidade de compra também pesa na escolha da empresa: aparece para 44% dos entrevistados. 

“Pesquisa, comparação e compra já fazem parte da experiência de viagem. O passageiro chega ao embarque depois de ter pesquisado suas opções, comparado alternativas e escolhido não apenas quanto quer pagar, mas o que espera encontrar durante o deslocamento”, completa Lopes. 

Ônibus segue entre as principais opções 

O ônibus interestadual também aparece com força quando os entrevistados são perguntados sobre o modal de transporte mais usado. Ele é citado por 64%, à frente do carro próprio (61%) e do avião (45%). 

Os dados oficiais ajudam a colocar esse resultado em perspectiva. Em 2025, 80% dos passageiros do transporte regular rodoviário fizeram viagens de até 800 quilômetros, segundo o TRIIP 2025. Só a faixa entre 400 e 600 quilômetros concentrou 33,48% dos passageiros. 

Na prática, boa parte das viagens está concentrada em trajetos curtos e médios — justamente aqueles em que preço, horário, conforto e facilidade de compra podem fazer diferença na escolha. 

Os resultados ajudam a desenhar o perfil de um consumidor que mantém o preço como principal critério de escolha, mas avalia diferentes aspectos da jornada ao decidir com qual empresa viajar. 

Para a FlixBus, entender essa combinação entre preço, conforto e experiência é fundamental em um mercado no qual a preferência do passageiro também passa por horários, atendimento, segurança, facilidade de compra e serviços oferecidos durante o deslocamento.  

Brand Tracking 2026 da FlixBus acompanha a evolução dos hábitos de viagem, comportamento digital e tendências relacionadas à mobilidade e ao transporte rodoviário. 

Divulgação FlixBus

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