Polícia

Um coveiro, um crânio humano, a pequera na coroa, o despacho de macumba e a Polícia

Contagem, cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte. É não é fácil não, nem após a morte os seres vivos param de atormentar quem já morreu.

Essa ocorrência, iremos falar de um caso de amor cadavérico, e um despacho de macumba, claro respeitando as pessoas que acreditam e práticam os despachos.

Vamos ao que interessa.

Um coveiro, de 32 anos de idade, do cemitério Bom Jesus, que fica localizado no bairro Alvorada na cidade de Contagem.

Junto ao coveiro, duas mulheres, uma de 40 anos de idade, outra de 21 anos de idade, e uma adolescente de apenas 16 anos de idade, foram conduzidos para a Delegacia pela GCM de Contagem..

Segundo informações, o coveiro teria paquerado a coroa de 40, com todo respeito as coroas, tem coroa de 40 que é show, e coloca as novinhas no bolso.

E durante a paquera, a coroa disse que o coveiro teria oferecido um crânio humano, que seria usado nos trabalhos espirituais, também conhecidos como trabalhos de macumba.

Não sabemos, se rolou alguma coisa carnal entre a coroa e o coveiro.

Olha que loucura, coveiro, coroa, crânio, carnal e cemitério, tudo com a letra C de cadavérico ou cadáver.

Então agora iremos deixar os trabalhos da carne de lado, pois a última informação é mais esquisita ainda.

A coroa escolheu um crânio “BONITINHO” para os trabalhos saírem perfeitinhos.

Realmente não está nada fácil, viver é bom, mas temos que trabalhar muito, sempre agradecendo a Deus por mais um dia de vida.

Daí aparece um coveiro, funcionário público, paquerando uma coroa no cemitério, se rolou o ato carnal não sabemos, mas o crânio já tinha sido escolhido.

A vida do brasileiro é muito difícil, e no pós mortem, aparecem pessoas vivas para tirar o descanso dos mortos.

Então iremos dizer uma palavra, também que começa com a letra C para os envolvidos nesta situação.

C@π@110,

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