
Vulgo Dioclin sapecou tiros nos militares, a caçada começa e termina com o bandido fazendo sua evolução para o mundo dos mortos
Betim, cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Estava acontecendo um jogo de futebol, em um campo no bairro Paulo Camilo em Betim.
Dois sargentos da PM levaram seus filhos para curtirem o jogo, evento família, fim de semana, futebol infantil rolando como em todos finais de semana no Brasil.
Quando de repente, Edgar Martins de Freitas, 30 anos de idade, elemento perigosíssimo, com várias passagens, homicídio, tráfico, resumindo, tinha meio código penal nas costas.
O elemento, estava no semiaberto na penitenciária José Maria Alckmin, na realidade, já tinha fugido do semi-aberto e estava com uma pistola 9 milímetros.
Ao ver os militares de folga, com a família, vulgo Dioclin sentou tiros nos sargentos, poderia ter acertado um inocente ou uma criança.
O bandido deu no pé, e foi montado uma operação para caçar o elemento, o bandido tinha sumido na neblina nesse primeiro momento.
Mas o elemento foi encontrado no bairro Funcionários, já na cidade de Contagem.
Estava em uma área de lotes com casas em construção, tentando se esconder. Mas a PM teve o apoio do helicóptero Pegasus, a PM enquadrou o elemento, o bandido reagiu à abordagem, com a pistola 9 milímetros, aí não teve jeito, os militares sentaram o aço para cima do elemento, reagindo à injusta agressão.
E neste exato momento, vulgo Dioclin fez sua evolução para o mundo dos mortos, e acabou desse jeito sua carreira de crimes aqui na terra.
Dioclin, agora vai morar dentro de um caixão, embaixo da terra.
Como sempre, o final do enredo na vida do crime é o mesmo, caixão e vela preta.





