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Construção a seco como alternativa sustentável: o papel do ferro e do aço na metalurgia moderna

 

A técnica se revela uma solução ecológica na engenharia civil, utilizando metais para criar estruturas eficientes, duráveis e ecologicamente responsáveis

Constantemente, o setor metalúrgico tem buscado alternativas sustentáveis que atendam às necessidades ambientais e econômicas. Nesse contexto, a construção a seco desponta como uma solução viável e inovadora. Ao contrário das técnicas tradicionais que envolvem o uso intensivo de água e materiais como cimento e areia, ela se baseia em processos mais limpos e eficientes. O método reduz significativamente o desperdício de recursos e minimiza os impactos ambientais, alinhando-se aos princípios de sustentabilidade.

“Um dos aspectos de maior destaque da construção a seco é a sua capacidade de reduzir a geração de entulho, que é um problema crítico nas obras convencionais”, explica Alexsandro Martins da Cunha, engenheiro metalúrgico e especialista em construção civil.  Para o especialista, o uso de componentes pré-fabricados e o montante controlado de materiais resultam em menos resíduos. Além disso, esse tipo de construção permite uma maior precisão nas obras, o que contribui para a redução de erros, otimizando o uso de recursos e diminuindo o impacto ambiental.

O papel do ferro e do aço

Alexsandro reforça que a estrutura metálica, por sua versatilidade e durabilidade, é um dos principais componentes utilizados nesse tipo de obra. O aço, em particular, destaca-se por sua resistência e flexibilidade, permitindo a criação de estruturas leves, porém robustas. Vale ressaltar que o aço é reciclável, o que o torna uma escolha ainda mais sustentável para construções modernas.

É importante destacar que o referido uso de estruturas metálicas nesse tipo de construção oferece diversas vantagens. Primeiramente, a montagem dessas estruturas é rápida e eficiente, reduzindo o tempo total de construção. Isso resulta em uma menor perturbação do ambiente ao redor e menos emissões de carbono associadas ao transporte e à montagem dos materiais. Em segundo lugar, as peças de ferro e aço proporcionam uma grande liberdade de design, permitindo a criação de espaços inovadores e funcionais.

Benefícios econômicos e ambientais

“O tempo reduzido de construção e a minimização de desperdícios geram custos mais baixos para os empreiteiros e proprietários. Inclusive, a durabilidade das estruturas metálicas significa menos necessidade de manutenção e reparos ao longo do tempo, o que também contribui para a economia de recursos”, esclarece o engenheiro.

Sob a perspectiva ambiental, a construção a seco exerce um papel significativo na diminuição dos impactos ecológicos das edificações. Este método é caracterizado pela eficiência no uso de materiais, uma vez que emprega componentes pré-fabricados que resultam em menor desperdício e otimização de recursos. A redução significativa na geração de resíduos durante o processo construtivo, mencionada previamente, é um dos pilares que satisfaz as exigências de sustentabilidade nas construções modernas.

Ademais, a incorporação de materiais recicláveis, como ligas metálicas, não apenas reduz a demanda por recursos naturais primários, mas também fomenta a economia circular. Este ciclo sustentável maximiza a reutilização e reciclagem de materiais, contribuindo para uma menor extração de matérias-primas.

Perspectivas futuras e inovações

O futuro da técnica se mostra cada vez mais promissor, com contínuas inovações tecnológicas aprimorando ainda mais sua viabilidade e sustentabilidade. Novos métodos de fabricação e montagem, aliados a avanços nos materiais metálicos, estão ampliando as possibilidades desse tipo de construção. A adoção crescente de práticas sustentáveis na construção civil impulsiona a demanda por soluções mais ecológicas e eficientes.

“A construção a seco representa um avanço significativo na busca por soluções sustentáveis no setor. Esse método não apenas atende às necessidades ambientais, mas também oferece benefícios econômicos substanciais, tornando-se uma alternativa viável a longo prazo para o nicho”, conclui Alexsandro.

 

Sobre Alexsandro Martins da Cunha

Engenheiro Metalúrgico e empresário brasileiro, com uma sólida trajetória profissional na indústria do aço e carreira marcada por sua atuação em projetos de grande relevância na construção civil, incluindo a execução de corrimãos de aço e coberturas do Estádio da Arena do Grêmio, um dos mais modernos do Brasil. Com formação pela Universidade Federal Fluminense e pós-graduação em Gestão Financeira e Estratégia de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas, dedicou grande parte de sua carreira à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), liderando equipes multifuncionais, novos projetos e foi responsável pela redução de custos e melhoria de processos, sempre com foco na qualidade e inovação.

Desde 2009, Alexsandro tem liderado empresas no setor de aço, como a S2C Indústria e Comércio de Ferro e Aço, onde atua como sócio majoritário. Neste momento encontra-se nos Estados Unidos, aprimorando seus conhecimentos da língua inglesa, e dando a oportunidade para sua família vivenciar a cultura americana. Durante sua estadia, ele está dedicando tempo para aprimorar e ampliar seu conhecimento, explorando novas tecnologias relacionadas ao uso do aço na construção americana para que possa aplicá-las em seus negócios no Brasil.

 

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